Artista Visual

Suas imagens interpretam afetos da natureza e do ser humano.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Inspiração do dia - nosso poeta Silva Freire

- ao NOROpitombaESTE
com a tradição que tonifica:
-grosa de guaraná relando
as remelas do de-manhã-cedinho, e
seu sendo, na crequência pardacenta
dos muros barreados de pedra-canga...

(Trilogia Cuiabana, vol1: 38)




(...)

_ cerrado:

tecido telúrico

/processo/

o ingresso na história

ou

regresso atávico

à origem da raça/ cuiabania



(...)

- e raça se pereniza:

no caldo quente do tempo

no curvo eco do abraço

na seiva-sangue do jatobá

é paratudo medicinal

é suco-saúde e velaime

êta/ amargo de fedegoso

na forte essência do guaraná



(FREIRE, Silva. “Separata da Revista/Documento” In:

Cuiabá/200 anos de carnaval. Prefeitura Municipal de Cuiabá:

1976)







Fonte: http://www.webartigos.com/articles/27710/1/A-CUIABA-DE-SILVA-FREIRE/pagina1.html#ixzz1MfTe3CIt

domingo, 15 de maio de 2011

Carteiras de papel de bananeira - criação exclusiva Ruth Albernaz

COLEÇÃO BIOMAS DO BRASIL
Já pensou em ter uma peça única, elaborada sob os princípios de redução, reutilização e reciclagem de materiais. São peças exclusivas para mulheres de atitude.
Carteira flor da floresta - feita de papel de bananeira, costura em fio de rami e cabo da flor de semente da Amazônia Matogrossense.
Carteira etnica - papel selvagem de bananeira, costura em fio de rami e aplicação de artesanato indígena. Esta bonitona foi para o Canadá, quem adquiriu foi um artista incrível "Jean".

Carteira - inspiração Cerrado, feita de papel de cana-de açúcar vermelho, papel de bananeira palha e aplicação de folha natural do Cerrado.

Carteira de papel de bananeira e aplicação de violas de cocho.

Carteira com papel de fibra de bananeira em duas cores e aplicação de viola de cocho.

Imagens poéticas do Pantanal - pelo olhar de Ruth Albernaz













Quando o Pantanal se vez em mim
Flexibilizei como a água que se vai
Deixei ir
Tudo que em mim
Leve, passa como as águas do Rio Paraguai.
Ruth Albernaz

Chá de Dona Iracema - Flor de colônia

Hoje apresentarei a segunda receita de chá da minha mãe.

No quintal da casa da minha mãe sempre teve um pé de Colônia (Alpina speciosa). Sua flor em cacho tem um cheiro delicado.

Nossa família costuma beber o chá dessa flor para trazer alegria e equilibrar a pressão arterial - quem tem a pressão muito baixa deve beber com moderação.

Essa flor traz como ponto de força o equilíbrio do corpo emocional, desbloqueando as tensões.

Chá de domingo - Flor de Colônia

MODO DE FAZER
Por Iracema Albernaz

- Colha o cacho da flor de Colônia na sexta-feira cedinho, preferencialmente ainda as flores orvalhadas, escolha a flor que está posicionada do lado que capta a energia solar da manhã.
- Agradeça a natureza pela existência da Colônia.
- Guarde a flor à sombra, em lugar fresquinho e na posição horizontal.
- Aproveite o dia para caminhar e olhar o azul do céu, se possível, colha um litro de água de cachoeira da Chapada.
Deixe- a dormir no sereno e na Luz da Lua, em um recipiente de barro (cerâmica).
No domingo, após acordar e sentir a vibração do dia, pega a água e coloque-a para ferver, quando começar a fervura ponha sete flores, desligue o fogo e abafe.
Beba morninha e fique em jejum até o almoço.
Esse chá pode ser usado também para limpeza da aura em forma de banho, proporcionando bem-estar e frescor.
Cultive boas vibrações, viva feliz e aprenda com a natureza!!!



A flor da  Colônia foi clicada pela minha amiga Iris Viana, no Pantanal de Cuiabá Mirim.

Dona Iracema - florzinha de 82 anos - fotografada pela querida amiga Creuza Medeiros - em Chapada dos Guimarães.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Produção do dia - quinta-feira - 05 de maio de 2011

Sabiá de setembro tem orvalho na voz. De manhã ele recita o sol. Manoel de Barros



Quadro com colagem de pássaro em aquarela sobre papel reciclado, pedra quartzo róseo e folha do Cerrado desidratada (este presenteei minha priminha linda Giovana).


Coruja imaginária