Artista Visual

Suas imagens interpretam afetos da natureza e do ser humano.

sábado, 7 de março de 2015

EXPOSIÇÃO COLETIVA FECUNDO CERRADO - Museu da Caixa Dágua Velha

Fecundo Cerrado! Escolhemos esse tema pelo aprendizado que ele nos proporciona... Buscamos refletir e reconhecer a importância da paisagem natural como propulsora do nosso imaginário enquanto artistas Mato-grossenses.  O Fecundo Cerrado nos traz uma poética de resistência,  força que brota para que nossa Arte possa perpetuar-se, aprendendo com as flores que desabrocham de forma resiliente após as árvores serem queimadas.  Transportamos para a imagética um passeio pelo belo, por essa energia que pulsa, que vibra a cada broto, a cada recomeço, a cada nova fase em seu ciclo de vida. No solo dos nossos ‘encontros de artistas para processo de exposição’ emergiram diversas reflexões  sobre o modelo de desenvolvimento vigente, o qual necessita se sensibilizar para importância biocultural do Cerrado [segundo bioma mais ameaçado de extinção no Brasil]. Como a crítica de arte Aline Figueiredo (1990)  muito bem colocou em seu título Arte aqui é Mato  temos uma imensa preocupação que esse “mato inspirador” se transforme apenas em um deserto desolador de agrotóxicos e comodities. Assim, apresentamos o olhar de cinco artistas para o Cerrado por meio de telas, xilogravuras e esculturas em Cerâmica. Boa apreciação à tod@s!
Ruth Albernaaz

Artistas participantes: Benedito Nunes, Carlos Lopes Guadalupe Senatore, Rosylene Pinto e Ruth Albernaaz.

Todas as telas medem 80 x 80 cm.





Para encontrar o azul eu uso pássaros [Manoel de Barros]




Phoenix Cerrado




No primeiro plano, escultura de Rosylene Pinto e no segundo plano, quadro de Benedito Nunes


O quadro da esquerda é de Ruth Albernaaz e á direita de Carlos Lopes


Visão geral do exposição Fecundo Cerrado.



Ruth Albernaaz, Rosylene Pinto e Guada Senatore - as artitas mulheres da expo.



A exposição ficou em cartaz de 11 de novembro de 2014 a 31 de janeiro de 2015.

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